Único estudo favorável ao Lockdown é um trabalho de Ensino Médio, feito por uma garota de 14 anos!

Essa é a “ciência” do Lockdown!

Desde o início da pandemia, em fevereiro de 2020, o mundo tem seguido uma cartilha nefasta cuja única base é um trabalho de escola feito por uma menina de 14 anos através de uma simulação de computador. Vários países adotaram ao longo do ano, e ainda adotam, o Isolamento horizontal ou o Lockdown mais severo como estratégia de combate a propagação do vírus chinês. O que pouco ou nada se fala é sobre a origem dessa estratégia. Qual embasamento? Qual a comprovação científica da sua eficácia? De onde veio essa tese que em nenhum momento da história foi adotada — nem mesmo durante a Gripe Espanhola, muito mais letal que o coronavírus?

Sobre os pilares que sustentam a tese de que o Lockdown e o Isolamento horizontal são efetivos no controle da pandemia, fora o trabalho mencionado no título não há mais nada. Acontece que esse trabalho de escola não tem comprovação científica alguma! Não houve testes, não houve experimentação, não houve validação. É surreal imaginar que todo o mundo esteja sendo guiado por uma estratégia cujo único suporte é um estudo que tem com base um trabalho de ensino médio!

Um artigo do American Institute for Economic Research detalha como, em 2006, essa ideia do trancamento da população foi estabelecida. Médicos do governo Bush desenvolveram e apresentaram essa estratégia de combate a propagação de epidemias. A filha de um dos médicos foi orientada no desenvolvimento do trabalho escolar que serviu de pilar para o estudo apresentado ao governo americano.

Por 14 anos, a tese do lockdown foi desacreditada, rechaçada e tratada como inviável por cientistas e políticos devido a sua inviabilidade prática, mas, de repente, ela tornou-se a nova lei, uma verdade inquestionável, com risco até de censura a quem opusesse.

Esse sistema de lockdown e isolamento de todas as pessoas, independente de estarem doentes ou não, foi, supostamente, implementada no início da epidemia na China e, a partir daí, copiada e colada nos demais países que foram atingidos pelo coronavírus. Dentre os países que ainda insistem no Lockdown temos Portugal, França, Alemanha, Reino Unido, entre outros. Alguns, a exemplo do Reino Unido, estão com um número alto de mortes e de contaminação. Apesar do Lockdown severo, esses números não caem! Pelo contrário, o que se tem visto é um agravamento da situação no país.

O Brasil não fica atrás. Vários governadores, prefeitos e juízes, especialmente do STF, ainda buscam empurrar goela abaixo da população essa estratégia de isolamento fracassada que só gerou desemprego, falências e miséria em nossa sociedade, além de um governo endividado por ter que gastar R$ 700 bilhões em Auxílio Emergencial para evitar que a situação não ficasse ainda pior.

Seja por desinformação ou por motivos políticos — o que parece ser o caso do João Doria, o Calcinha apertada, principal propagador da tese do Lockdown e do Isolamento Horizontal —, o fato é que essa política tem sido desastrosa e não se mostrou eficaz em nenhum dos países e estados onde foi implementada. Lugares que não insistiram nessa tese fraudulenta, como Suécia, Coréia do Sul, estados como a Flórida – EUA, tem desempenho melhor que em número de casos e mortes por COVID 19 que países que adotaram a medida, como a Argentina e estados como a Califórnia – EUA.

O que há de se questionar agora são os interesses escusos dos que ainda insistem nessa ideia de trancar as pessoas em casa. Será que nenhum governador, nenhum prefeito, nenhum juiz se dignou a pesquisar a origem dessa ideia? Ou simplesmente sabem que ela não tem fundamento algum, mas insistem deliberadamente apenas como forma de estarem contra o presidente Bolsonaro, e dane-se o país?

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