Desconstruindo o movimento feminista

Nesta semana, tivemos o dia internacional da mulher e vimos protestos pelo mundo organizados por movimentos feministas. Alguns destes movimentos são financiados pelas ONGs do globalista George Soros e compartilham da mesma agenda que ele, a exemplo da legalização do aborto – pauta que não ficou de fora das manifestações. É evidente e notório o caráter isolado de tais manifestos. A maioria das mulheres não aderiu e nem simpatiza com o movimento feminista por conta do seu radicalismo.

Também nesta semana, tivemos o caso de um rapaz estagiário do PROCON de Sergipe que passou a sofrer perseguição por parte de feministas por ter feito uma zoeira durante um protesto das mesmas na Universidade Tiradentes.

Por conta destes e outros motivos, resolvemos fazer este artigo desmascarando a atuação do movimento feminista, seus reais objetivos e seu caráter autoritário e fascistoide.

Por que o movimento feminista existe?

Ao longo da história é notório que as mulheres enfrentaram dificuldades para se integrarem à sociedade – participando do mercado de trabalho e de outros espaços nos quais havia apenas ou era marcado predominante pela presença de homens. Mas, essa realidade ainda é vivida hoje? Ao menos nos países de cultura ocidental é óbvio que não. Afinal, o que impede uma mulher de seguir uma carreira em qualquer área da engenharia? O que impede uma mulher de colocar um currículo numa construtora? O que impede uma mulher de, como o próprio chavão feminista afirma, “ser o que ela quiser” e “fazer o que ela quiser” – dentro dos limites da lei, que vale tanto para homens e mulheres? Nossa constituição, no capítulo dos direitos fundamentais, garante os mesmos direitos a todos os cidadãos brasileiros, não há privilégios para homens. As mulheres nos últimos séculos tiveram grandes conquistas e acesso ao mercado de trabalho. Agradeçam mais ao avanço do capitalismo do que ao feminismo por isso.

Quem busca privilégios na sociedade são justamente os movimentos ditos de minoria, onde incluo aqui o movimento feminista. Este conseguiu recentemente a aprovação da Lei do feminicídio (palavra que nem o corretor do Google reconhece) – Lei 13.104/2015 -, assinada pela então presidente Dilma, hoje deposta (ainda bem!), que distingue o assassinato de mulheres, tendo este uma punição maior que o assassinato de homens. Esta lei por si só já coloca a mulher numa categoria de ser humano superior ao homem. Sem falar de outros privilégios, como o ganho de causa na absoluta maioria de disputas pela guarda dos filhos, o direito a aposentadoria 5 anos mais cedo que o homem, etc.

As feministas podem alegar: “Ah! Mas os benefícios são uma reparação pelo histórico de sofrimento e submissão pelo qual a mulher…” Balela! É a mesma ideia da dívida histórica lançada pelo movimento negro para justificar as cotas. Mais fácil mandar um boleto pagável em qualquer agência bancária para cada homem ao invés de tentar justificar privilégios usando como argumento um passado que as feministas de hoje não viveram. Ninguém pode ser responsabilizado pelo mal praticado por seus ancestrais.

Longe de mim querer tirar os filhos de suas mães ou brigar para que os privilégios citados acima, apesar de injustos, sejam retirados das mulheres afim de que ambos os sexos se tornem iguais em todas as relações, questões legais e exerçam papeis iguais e na mesma proporção em nossa sociedade. Isso não vai acontecer. Não é a atuação do Estado que vai garantir igualdade de gênero (isso já foi tentado em alguns países), até porque acredito e sei que tal igualdade NÃO existe. Homens e mulheres são diferentes, isso é um fato biológico (deixarei o link de um excelente documentário no final do artigo), e essa diferença faz com que membros de cada sexo tomem decisões e rumos diferentes que acabam por gerar desigualdades em alguns aspectos.

Os reais objetivos do movimento feminista

O objetivo principal deste artigo é desmascarar o mito de que o movimento feminista atual é um movimento que luta pela igualdade de gêneros. Se assim fosse, não estariam contra a reforma da previdência que iguala a idade de aposentadoria para ambos os sexos. Se assim fosse, estariam lutando contra todos os privilégios citados nos parágrafos anteriores. A bandeira feminista pela igualdade salarial também é uma grande farsa. As mulheres ganham o mesmo ou até mais, proporcionalmente, que homens para as mesmas funções.

O fato é que o movimento feminista é um promotor da velha luta de classes pregada por Karl Marx, aperfeiçoada por teóricos da escola de Frankfurt e radicalizada por Saul Alinsky. Essa luta de classes também vem acompanhada da luta contra o capital. Não é atoa que as pautas do movimento feminista são geralmente pautas esquerdistas (nada de luta pelo direito da mulher portar arma para se defender) no sentido de obter “mais direitos”: cotas, leis que as privilegiem, aborto gratuito pelo SUS, etc. Direitos estes precisam da criação de leis, do aumento do poder e dos recursos do Estado para seu provimento. E esse aumento de recursos se dá através da cobrança abusiva de impostos da população, o que aproxima mais o governo de um modelo socialista.

A luta contra a objetificação também demonstra o caráter anti-capitalismo do movimento feminista. Temos como exemplo a pressão do movimento feminista pela proibição de comerciais que exponham mulheres em trajes sensuais (exceto se elas forem feias, gordas, fora dos padrões de beleza e…feministas). Pouco importa se tem uma mulher que queira tirar umas fotos para um comercial afim de ganhar dinheiro. A vontade própria dessa mulher não importa nem um pouco para o movimento feminista. A mulher só pode fazer o que ela quiser e ser o que ela quiser se seguir a agenda do movimento.

Por fim, temos como objetivo do movimento feminista a destruição dos valores base da nossa civilização ocidental. Como todo movimento baseado no marxismo cultural, o movimento feminista também busca combater os valores judaico/cristãos e traz consigo a praga do fascismo cultural (politicamente correto) – que promove censura através de lei ou do constrangimento público a todos que discordaram das pautas e da agenda do movimento.

OBS: Recentemente, na marcha das mulheres contra TRUMP, feministas portavam cartazes pedindo a Lei Sharia e o uso do véu islâmico nos EUA. A lei Sharia é a lei islâmica aplicada de forma mais radical. Ela prevê barbaridades como o apedrejamento de mulheres, a mutilação genital, entre outras. É isso que o feminismo quer para as mulheres?
Isso demostra como o feminismo, ao menos nos países do ocidente, combate quase que exclusivamente a religião cristã e seus valores.

Linda Sarsour twiter Sharia ainda nao esta nos EUA

As correntes do movimento feminista e sua atuação junto aos governos de esquerda

Pode se alegar que existem várias correntes do feminismo (num total de 18, se não me engano) e que algumas dessas correntes são mais radicais e outras menos. De fato! Algumas correntes, como a RADFEM chegam ao absurdo de pregar a extinção do gênero masculino e/ou o fim da masculinidade do homem. Apesar destas e outras pautas das correntes mais radicais não serem compartilhadas por todos os grupos, nenhum deles nega ou combate tal radicalismo, que inclusive conta com suporte teórico de algumas autoras feministas.

Dentre as pautas comuns entre as várias correntes temos o absurdo de alegar que existe uma cultura do estupro no Brasil, onde um “psiu”, uma pegada no braço, um beijo roubado no carnaval são colocados no patamar de ações criminosas. É de uma desproporção sem tamanho! É um desrespeito as verdadeiras vítimas de assédio e do crime abominável do estupro.

Desde 2009, segundo a legislação brasileira o estupro passou a ser qualquer ameaça de violência sexual contra a mulher mesmo que não concretizada com penetração. Já o assédio é classificado apenas como uma ação que pressuponha relação de submissão. Dependendo de quem interprete uma situação social, uma piada ou uma cantada podem ser consideradas assédio (as feministas radicais adoram classificar dessa forma) – o que é evidentemente absurdo. Essas leis servem para inflar as estatísticas de violência, cujos dados passados para as pessoas através da imprensa (sem nenhum critério de avaliação ou uma análise crítica) aumentam o nível de paranoia na sociedade, passando a ideia de que vivemos num país de estupradores em potencial.

É importante ressaltar que foram justamente nesses 14 anos de governo petista (um governo de esquerda) que tais leis foram criadas (como é o caso da lei do feminicídio, já citada neste texto) ou modificadas. Os números inflados das estatísticas, além das consequências citadas no parágrafo anterior, também  acabam por legitimar a existência e as pautas do movimento feminista. É um monstro alimentando o outro.

Como já dito acima, o Estado precisa de poder de interferência na vida das pessoas e de recursos para crescer e se tornar mais centralizador e autoritário. O movimento feminista briga para que isso aconteça. Essa relação de suporte, que se dá mutuamente entre o partido no poder e os movimentos a ele ligados, vem do pensamento do teórico Antonio Gramsci, membro do partido comunista italiano, segundo o qual o partido é a única instituição que pode crescer em poder se utilizando da estratégia de ocupação de espaços. Desta estratégia decorre a hegemonia cultural, onde em toda a sociedade predomina uma forma de pensamento imposta de cima para baixo.

O movimento feminista é necessário?

Como podemos ver, o movimento feminista é só mais uma derivação dos tradicionais movimentos de extrema esquerda que visam transformar a nossa cultura e pautar a sociedade, para que ela fique mais propensa a aceitar um Estado mais inchado e intervencionista, algo que tenda ao modo socialista de governo. Além disso, tal movimento – que se faz desnecessário na absoluta maioria dos países de cultura ocidental – ignora os lugares onde é necessário, à exemplo dos países islâmicos.

Por ser uma vergonha, devido ao radicalismo e por conta de pautas ridículas e muitas vezes absurdas, o movimento feminista é rejeitado pelas próprias mulheres. Pesquisas apontam que, apesar de acreditarem na igualdade de direitos, apenas 9% das mulheres britânicas se consideram feministas. Nos EUA os números são parecidos, apenas 18% das mulheres consultadas em pesquisa se consideram feministas.

Pela sua forma de atuação, os protestos bizarros, a falta de lógica na argumentação e até falta de argumentos mesmo, percebemos que a maioria das feministas são ignorantes e/ou mulheres com problemas de baixa auto-estima que se sentem atraídas pelo discurso fácil de que a sociedade as oprime com seus padrões (a tal sociedade patriarcal). São estas que geralmente só sabem repetir as frases de efeito “Fascistas, machistas, não passarão”, “sexo anal contra o capital”, entre outras bobagens. Com o politicamente correto e a pregação diária na mídia esquerdista de que qualquer coisa é uma ofensa ou forma de opressão contra a mulher, o movimento feminista acaba raptando para suas causas esse tipo de militância mais sensível e “mimizenta”. As universidades e boa parte das escolas, centros de doutrinação e formação esquerdista, são outro ambiente onde a praga do movimento feminista se prolifera com a colaboração de professores canalhas e maus-caracteres.

Em qualquer dos casos, as militantes são mulheres que vivem numa bolha e não enfrentam a realidade, o dia-a-dia das mulheres em geral. São apenas gado! São as ovelhas de Animal Farm (livro clássico de George Orwell), a massa de manobra para uma engrenagem maior liderada por uns poucos canalhas intelectuais – a exemplo da procuradora Deborah Dubrat que defende que o Estado cuide dos filhos das famílias – e pelos meta capitalistas, a exemplo do já mencionado George Soros, entre outros.

As mulheres que realmente procuram firmar sua posição na sociedade, mostrar seu valor através do mérito, essas sim são dignas de respeito e consideração, são lutadoras de verdade. São um orgulho para seu sexo devido a sua força de vontade, seu empenho e sua competência. Não por militarem num movimento de luta de classes e promoverem uma guerra de sexos que visa radicalizar os conflitos e transformar o mundo num grande programa infantil da Xuxa ou numa escola de primário – onde há aquelas competições entre meninos e meninas para ver quem são os melhores – enquanto os problemas reais da vida da maioria das pessoas acabam sendo esquecidos (saúde, segurança, etc).

No mundo dos adultos, a realidade mostra que ambos os sexos enfrentam dificuldades características. O homem, por exemplo, é vitima em quase 80% dos casos de homicídio e vítima de mais de 90% dos acidentes de trabalho, segundo dados da Universidade de Ohio. A questão é que só um dos lados sai por aí mostrando as tetas na rua e cobrando uma maior intervenção do Estado em seu benefício e em detrimento do sexo oposto.

E só pra constar: O feminismo é um câncer!

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Links úteis:

Congresso Brasil Paralelo (EP 3). Fala sobre marxismo cultural e a origem desses movimentos de minoria:
https://www.youtube.com/watch?v=PFV3AW5IlgI

Documentário sobre igualdade de gênero:
https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM

 

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