DIREITA SERGIPANA faz mais uma carreata contra o Toque de Recolher e lança manifesto com medidas para salvar empregos e preservar vidas.

Nesta quarta, 31 de março, foi realizada pelo movimento Direita Sergipana com apoio de patriotas mais uma carreata contra o Toque de Recolher e a possibilidade de Lockdown em Sergipe. A carreata saiu da Assembleia Legislativa, passando pelo Centro, DIA e encerrando no Palácio do Governo.

O objetivo da carreata foi cobrar do governador que reveja as medidas que vem sendo adotadas com a orientação do chamado Comitê técnico-científico e apresentar a sociedade o manifesto “Pelo direito de sobreviver” onde mostramos nossas ideias e proposições no sentido de haver medidas mais eficazes e que prejudiquem menos a população, especialmente os mais pobres, sejam no tocante a questão da saúde quanto na questão econômica.

O manifesto traz uma série de propostas entre às quais destacamos o fim do Toque de Recolher com ampliação do horário de funcionamento do comércio e o aumento da frota de ônibus, medidas que visam reduzir as aglomerações no transporte público e filas em bancos e lojas.

O manifesto também propõe a aplicação do Tratamento Precoce em toda a rede pública do estado, a fim de evitar que pacientes sejam levados às UTIs, o que tem causado lotação nos hospitais.

Entre outras medidas sugeridas estão o fim dos privilégios de funcionários públicos de alto escalão, a reabertura das igrejas nos fins de semana e a aceleração da vacinação no estado. Segundo o Ministério da Saúde, até sexta passada apenas 55% das doses enviadas à Sergipe haviam sido aplicadas.

Por a carreata ter ocorrido em dia de semana, foi possível dialogar com comerciantes e pedestres que estavam no Centro comercial no fim de tarde e falar da ineficácia e irracionalidade das medidas adotadas pelo governo de Sergipe, que após 1 ano de pandemia insiste nas mesmas medidas que já não deram certo ano passado, em especial o lockdown e o toque de recolher. Grande parte das pessoas que estavam nas ruas e avenidas por onde passamos manifestaram seu apoio ao que era dito pelos nossos coordenadores.

Rodrigo Feiju, coordenador do movimento, destacou em sua fala que é muito fácil pedir para ficar em casa quando ser salário garantido no fim do mês e que o governador e prefeitos não estão ligando para a realidade da maior parte da população assalariada que precisa sair de casa todos os dias para trabalhar.

Messias Cavalcante, coordenador do Direita Sergipana Socorro, destacou que as forças de segurança não devem ser usadas para oprimir trabalhadores que estão lutando pelo pão de cada dia e que o governador deve assumir seu papel e parar de maltratar a população com medidas ineficazes.

Flávio do Direita Sergipana, fundador e líder do movimento, falou sobre a importância do tratamento precoce, ausente na rede pública do estado, e cobrou transparência do Comitê técnico-científico para que apresente os estudos que embasam as medidas adotadas pelo governador. Pediu também que o comitê e o governador possam ouvir as voz da parcela da sociedade que está contra as medidas.

Flávio também destacou que todo esse autoritarismo por parte dos governadores e caos na saúde que estamos vendo só foi possível porque o Supremo Tribunal Federal (STF) deu aos governadores o aval de aplicarem as medidas que bem entenderem.

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