Bolsonaro pode extinguir a ANCINE

O presidente Jair Bolsonaro pode extinguir a ANCINE (Agência Nacional de Cinema), criada em 2001 e responsável por regulamentar, fomentar e fiscalizar o mercado de cinema audiovisual no Brasil. As informações são da Folha de São Paulo.

Apesar da Folha ser um jornal de muitas “fake news”, neste caso torcemos para que a notícia seja verdadeira.

A Ancine é responsável por promover e fiscalizar a “cota de tela”, que garante a filmes nacionais um número mínimo de salas e dias de exibição nos cinemas, mesmo que estes não tenham espectadores e público suficientes para se manterem no ar. Além disso, a ANCINE libera dinheiro público para produções nacionais, a maioria com conteúdo ideológico voltado para nichos progressistas, como o reality show “Born to Fashion”, cuja proposta é revelar modelos trans.

Em março o TCU (Tribunal de Contas da União) questionou a capacidade da Ancine de prestar contas do dinheiro aplicado nos projetos aprovados por ela e suspendeu temporariamente a liberação de recursos por parte da agência. No final de maio, os repasses voltaram a ser feitos de forma gradativa.

De toda forma, há de se questionar se num país em crise é justo aplicar o dinheiro dos pagadores de impostos em produções de cinema e obras audiovisuais, ainda mais quando estas são voltadas para nichos e cujos conteúdos vão de encontro a agenda conservadora do atual governo.

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