Sobre o filme “Um estado de Liberdade”

 

Segunda eu assisti ao filme “Um estado de Liberdade”, lançado no ano passado, que narra acontecimentos da Guerra Civil Americana, o que tinha tudo para ser um filme esquerdista, começando pelo protagonista (Matthew McConaughey) vejam só, revelou-se mais como um enredo anti-esquerdista. Embora os fatos contados no filme sejam mera ficção, seguem a história do condado de Jones, e muitos dos eventos retratados (mas não todos) são verdade.

Em 1862, depois de sobreviver a Batalha de Corinth, Newton Knight (Matthew McConaughey), um fazendeiro pobre do condado de Jones servindo como médico no campo de batalha no Exército Confederado, deserta e retorna para casa para sua fazenda e sua esposa. O desencanto de Newton com a Confederação cresce depois de descobrir que as tropas estavam confiscando fazendas e gado para os impostos. Depois de ajudar uma família a resistir a uma invasão ele foge pela perseguição a desertores do Exército Confederado.

Com a ajuda da abolicionista tia Sally e outros escravos, ele escapa para um pântano onde vários outros escravos fugitivos liderados por Moses Washington (Mahershala Ali) tratam de suas feridas. Após o Cerco de Vicksburg, muitos confederados abandonam seu posto, e muitos deles acabaram no pântano. Os confederados e os escravos fugitivos se reuniram e criaram uma revolta contra a Confederação. Eles atingem seu objetivo e capturam um pedaço do sudeste do Mississippi, organizando-o como o “Estado Livre de Jones”. Embora recebam pouca ajuda da União, conseguem manter-se até o fim da guerra.

Newton então passa a lutar pelo direito de excravos libertos votarem. Ele e Rachel (ex-escrava) têm um filho, Jason. Ai que o bicho pega, os negros libertos passam a ser perseguidos pela Ku Klux Klan que vejam só é uma criação dos Democratas (partido que representa a esquerda americana: Obama, Hilary, Bill, Bernie Sanders). Sim, eles mesmos, os democratas, queimam igrejas de negros, enforcam seus ex-escravos, e tentam a todo custo impedi-los de votar, e advinha em quem os ex-escravos votam? Nos Republicanos (o partido que representa a direita: Trump, Reagan..). A cena mais emblemática é mostrada perto do final do filme quando Newton e os demais negros colocam seus votos para os Republicanos, mas os Democratas racistas da Ku Klux Klan fraudam a eleição destruindo as cédulas que continham os votos dos Republicanos.

A história é intercalada com a saga do décimo-oitavo descendente negro de Newton, que é preso por violar as leis de miscigenação do estado do Mississipi 85 anos após a guerra. sendo que ele é o décimo oitavo descendente, sob as leis do Mississippi, ele é considerado negro, e, portanto, não pode se casar legalmente. Ele é assim condenado a cinco anos de prisão, mas sua condenação é revogada pelo Supremo Tribunal do Mississippi.

O que se pode extrair do enredo é:

  • DIREITO AO PORTE DE ARMAS
  • DEFESA DA PROPRIEDADE PRIVADA
  • CONTRA O EXCESSO DE TAXAÇÃO (CULTURA DO IMPOSTO)
  • CONCEPÇÃO DA KU KLUX KLAN RACISTA PELOS DEMOCRATAS
  • ABOLICIONISTAS E EX-ESCRAVOS VOTAVAM COM REPUBLICANOS

Clayton de Souza

Sou apoiador da Direita Sergipana na cidade de Tobias BarretoSE, tenho vários artigos postados no blog da Direita Sergipana, 04 livros publicados e sou responsável pela página Liberal/Conservadora “Atlante Online”.

Um comentário em “Sobre o filme “Um estado de Liberdade”

  • 28 28-03:00 março 28-03:00 2018 em 15:29
    Permalink

    O elenco fez um excelente trabalho no filme. Matthew McConaughey esta impecável no filme Ele sempre surpreende com os seus papeis, pois se mete de cabeça nas suas atuações e contagia profundamente a todos com as suas emoções. Adoro porque sua atuação não é forçada em absoluto. Seguramente o êxito de filme Matthew McConaughey deve-se a auas expressões faciais, movimentos, a maneira como chora, ri, ama, tudo parece puramente genuíno. Este ator nos deixa outro projeto de qualidade, de todas as suas filmografias essa é a que eu mais gostei, acho que deve ser a grande variedade de talentos. A fotografia é impecável, ao igual que a edição. Sem dúvida voltaria a ver este filme!

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